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Sou usuário do twitter (@theteusma) desde Agosto/2008 e já vi por N vezes o poder que ele exerce nas comunicações globais. Claro, não apenas o Twitter, mas é dele que posso falar, pela experiência antes e durante a explosão de usuário dessa rede social.
Já faz algumas semanas que o ator Silvester Stallone fez uma pequena brincadeira relacionada ao Brasil, na Comic-Con 2010, dizendo que aqui ele poderia explodir tudo e as pessoas ainda agradeceriam e ainda dariam um macaco de presente. É claro que os “xiitas” brazucas ficaram irritados e sequer tiveram capacidade de pensar sobre o que foi dito. Se tivessem essa capacidade, haveria uma reflexão geral da nação, de forma virtual (no twitter, por exemplo), onde chegaríamos ao consenso de que ele está certo quando afirma o que afirmou.
Voltando ao foco do texto acima, o que pudemos perceber é que, em poucos instantes após as noticias da sua afirmação ser divulgada nas mídias, já estava no twitter uma tag de protesto contra Stallone, intitulada Cala Boca Stallone, nos mesmos moldes do Cala Boca Galvão. No dia subseqüente as “reclamações” infundadas do povo brasileiro, um tanto orkutizado no twitter e orkutizando o mesmo, o ator Silvester Stallone viu-se na situação de ter que retratar-se mediante as afirmações que proferiu, pedindo desculpas ao povo brasileiro. Se você é alguém com cérebro, sabe que ele sequer tinha o dever de se retratar, pois emitiu uma opinião, na qual lhe é de pleno direito.

Tirando de contexto toda a fúria infundada dos tuiteiros brasileiros, isso mostra que, se bem utilizada, as ferramentas disponibilizadas pelas Redes Sociais em geral, surtem efeito, tanto para bem quando para mau, tanto para remediar como para causar. Faço uma mentalização da cena se formando, se nós, usuários do twitter fossemos capazes de nos indignarmos contra políticos e suas politicagens corruptas, injustiças diversas, teríamos ou não, resultados interessantes?
Em outro caso recente, tivemos dois adolescentes gaúchos que resolveram fazer sexo diante do público, usando a ferramenta Twitcam. Ligaram a câmera e banalmente se exporam para milhares de outros internautas. Virou caso de polícia, caiu na mídia tradicional de uma forma degradante. É um bom exemplo de como não utilizar a ferramenta Twitter, mas um ótimo exemplo do poder adquirido pelas redes sociais.
Enfim, esse foi mais um desabafo nos moldes de um pitaco do que uma lição de moral e que provavelmente existam partes sem nexo e gramaticalmente erradas, o que não faz diferença alguma.

Que me desculpem os
Mas acalmem-se, fumantes inveterados e desprovidos de massa encefálica: vocês ainda poderão fumar em locais abertos. Digo ainda, pois ao acender o cigarro e sua fumaça partir para o seu vizinho, que anda fumando com você coisas piores que na verdade deveriam ser somente suas, você agride e fere seus direitos. Ah, tem o seu direito de ir e vir em locais fechados! É mesmo. Mas é simples: basta ir e não fumar, pois você só perde esse direito se fumar. Então é uma boa hora de parar de comprar o seu “Crassic a 1 real” e ter um pouco de amor de si e então se cuidar e cuidar de outros.
Que fique bem claro: minha luta é contra o cigarro mas se a escravidão te alegra, fume a uma distância legal de mim, eu agradeço e meu limitado pulmão também.
Em tom hirônico, agressivo e maldoso, o meu muito obrigado.
Leia na íntegra sobre a aprovação da lei antifumo em locais fechados de Curitiba.
fonte da imagem: Imotion
Ganha um CRASSÍC quem comentar. LOL’s
Não é nenhuma novidade que o reality show NO LIMITE, produzido e exibido pela Rede Globo, voltou às telas em uma nova temporada. Também não é nenhuma novidade que esse programa é uma versão mal produzida da mundialmente famosa SURVIVOR, produzida pela CBS.
Mas o que eu vejo é que a Globo nunca muda sua fórmula em reality’s show.
A essência é sempre a mesma e tudo é muito sem graça. Estava dando uma fuçada na net e achei um video engraçado no próprio site oficial do NO LIMITE, onde um dos participantes chora por ter que matar uma galinha. Um choro forçado, estranho, assim como o dos demais participantes. Tudo não passa de uma encenação onde uns se dizem “amigos” (do dinheiro, claro). Isso reforça ainda mais minha repulsa sobre a TV aberta e seu conteúdo ou a sua falta de conteúdo.
NO LIMITE é tão ruim quanto o BIG BROTHERe se alguem vier me falar que esse tipo de programa é cultura, eu serei obrigado a mostrar o caminho da biblioteca mais próxima. O NO LIMITE é mais uma das porcarias que as pessoas desse país vão engolir com gosto, pensando que é um manjar. É a velha estória do “Pão e Circo”.
Assista ao choro pela morte da galinha no reality show NO LIMITE:
O Brasil é um país sensacionalísta. Podemos ver pelos meios de comunicação, que deveriam expor neutralidade em muitas de suas reportagens, mas acabam pendendo quase que sempre para um dos lados. Não é de hoje que isso acontece, mas o que acontece nos dias atuais tem agravantes. Uma das reportagens que mais me chocou nesses ultimos dias e que tem relação com esse sensacionalismo, foi o retorno do caso do assassinato da garota em Ouro Preto, ha quase 8 anos atrás. O caso, que estava arquivado, foi retomado e os acusados foram julgados e absolvidos.
Lembro que, quando o assunto voltou a tona, a midia fez questão de enfatizar como culpada e com todas as letras possíveis o nome de um dos hobbies mais divertidos na minha concepção: o RPG. Bateram tanto nessa tecla que, para quem não conhece o RPG, realmente acha que é algo maligno, que deixa as pessoas loucas a ponto de fazerem sacrificios humanos. Segundo a midia, a garota foi encontrada em um cimitério, morta e com vestigios de abuso sexual e de que teria sido morta por um grupo de RPG.
Então vamos aos fatos: assassinos inescrupulosos, aqueles que matam e sequer tem remorso ao relembrar das atrocidades que fez, são jogadores de RPG? Torcedores de times de futebol, sejam de clubes brasileiros ou ingleses, que matam torcedores rivais e continuam com a baderna após o crime, são jogadores de RPG também? Ah sim, os estupradores e serial killers também são jogadores de RPG, não?
Não posso deixar de lembrá-los que, todos os que jogam video games e jogos para PC (principalmente se for o GTA) são assassinos e seres potencialmente perigosos.
Não afirmo que um rpgista esteja livre de ser uma criatura má (todos estamos sujeitos a nos tornarmos maus, se quisermos) mas não por infliencia do hobbie e sim de uma mente fraca e perturbada. Jogadores de video games segue a mesma linha. O meio influencia somente quando é impactante e atuando por muito tempo sobre uma mente que ja é fraca por natureza. Se algum dia alguem praticou atrocidades contra outros por consequencia de seus hobbies, este (o sujeito) deve ser estudado pela ciencia e não o hobbie.
Jogo RPG há 15 anos (aproximadamente) e nunca deixei de ser um humano responsável, nunca deixei minhas crenças de lado (sim, sou cristão praticante) e nunca tirei a vida de ninguem. Ah, antes que me esqueça, jogo video games também e nem por isso sinto vontade de pegar uma arma e sair atirando (muito menos me sinto um paladino-estou mais para um clérigo de pelor).
Bem, essas são minhas breves palavras, um tanto hirônicas sobre esse caso. Indico a todos a leitura do artigo Ouro Preto e reflexão, no blog do Taulukko, onde o autor descreve com mais detalhes sobre esse caso, onde a justiça, mesmo que tardia, mostrou-se justa.
Abraço
Olá, “minha gente“! Olha, venho aqui pra dizer que por longos e longos dias pensei em fechar esse blog viu. Não foram poucos os motivos que me levaram a pensar sobre essa possibilidade. Mas, “minha gente“, cá estou eu novamente, tentando manter vivo meu primeiro blog (mas não o único). Vida de universitário e, pior, universitário “paupérrimo” (plim plim $$), é dureza e a gente tem que se virar. Então, “minha gente“, vamos ao que interessa.
Ah, o povo brasileiro, como gosta de sofrer. Sofre com a seleção (será que agora vai?), sofre com a crise (e suas N facetas), sofre com as curitibanas (sim, elas continuam imbatíveis e usam repelente contra homens conquistadores). O povo brasileiro gosta tanto de sofrer que, como se o passado fosse uma mera lembrança cujo os acontecimentos não marcaram em nada, devolvem a escória à própria escória. Quem não lembra dessa célebre frase: “Minha gente!“? Talvez os que não tem recordações disso são aqueles dessa atual geração, que sequer viram a seleção brasileira ganhar a copa de 1994 (após 24 anos sem conquista). Então vou trazer à tona esse assunto.
Todos, ao menos uma vez, seja em livros de História do Brasil, já ouviu falar sobre os “caras-pintadas“. Estávamos nas ruas, realmente com nossos rostos pintados de verde e amarelo, com faixas de protestos e uma determinação incrível de tirar do poder alguém que nos enganou perfeitamente. De quem estamos falando? Nada mais e nada menos que o atual Senador da República, sr. Fernando Collor de Mello, na época então Presidente da República Federativa do Brasil. Mas, atual Senador? Sim, atualmente ele é Senador e nós pagamos seu salário (novamente).
Estávamos galgando a retirada desse sujeito do poder máximo do Executivo Nacional, pois sua cumplicidade com alguns eventos de cunho imoral e corrupto era inegável. Seu jargão de campanha era exatamente esse: “MINHA GENTE!” e ele nos enganou bonitinho. Aliás, ele foi o Presidente eleito mas jovem do país, pois até então a regra era eleger somente velhos de “guerra”. Lembro perfeitamente a TV mostrando a jovialidade dele, corria todas as manhãs, pedalava, andava de jet-ski. Nenhum outro presidente fora assim. Mas ele, no segundo ano de mandato, mostrou sua cara manchada de corrupção e queria que acreditássemos que ele era vítima e nós, pequenos jovens brasileiros, mostramo a nossa cara, pintada de vergonha por ter colocado esse sujeito no poder, em 1990. Mas onde foi parar essa vergonha? Pelo visto ela não existe mais, pois o sujeito da questão está novamente no poder e em uma das Casas mais importantes do Poder Público, o Senado Nacional.
Eu sinto aquilo que chamamos de vergonha alheia, pois eu não tenho nada a ver com isso. Foi o povo alagoano que o mandou devolta para lá. Se dependesse de mim ele nunca voltaria. Porque eu teria que me sentir culpado e incluso na frase popular que afirma: “todo povo tem os governantes que merecem!“? Deveria ser: “Todo o povo alagoano tem o governante que merece.“! Não me venham criticar que eu estou errado ou sendo discriminador com o povo alagoano porque os fatos falam por só só. Ele esta lá no poder novamente porque Alagoas votou nele e o colocou no Senado. É apenas mais um passo para que ele galgue novamente os palanques rumo ao Palácio do Planalto (novamente), pois o cargo que ele ganhou semana passada foi um presente e tanto: vai gerenciar diretamente as verbas de alguns programas de governo (se não estou enganado, o PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – é uma dessas verbas).
É Brasil, eu ainda tento ter alguma esperança, mas desse modo começo a ver ela se esvaindo pelo ralo e dando “Adeus”, dizendo que não volta nunca mais para este país.
Um abraço e tentem ser mais conscientes.
Véspera de natal…as pessoas ficam mais…depressivas. Não, elas não ficam mais felizes e você não se enganou, pois é isso mesmo que você leu. Ao aproximarmos dessa época do ano todas as incidências de suicídio, depressão e de pessoas largadas pelas ruas aumentam consideravelmente, em todos os nossos centros urbanos. Todas as atenções se voltam para o consumismo em massa, para o ato de comprar, gastar, fazer contas e estes seriam os motivos que deveriam menos importar nessa data. Quem não tem um tostão para gastar, até mesmo com a própria alimentação, vai gastar, muitas vezes, o que não tem para suprir essa “necessidade” capitalista, imposta em cada mente fraca.
Esses dias eu afirmei que, se eu chegar em casa com algum presente, eu levaria um sermão dos meus pais e até de minha irmã, pois sempre agimos de forma contrária ao que o mundo capitalista nos oferece. Por exemplo: quem dá um presente, na maioria das vezes, espera retribuição, de alguma forma e isso é típico do ser humano. Essa semana, milhares de usuários do twitter diziam a toda hora: “vou às compras de natal” e isso me deixava pensativo: elas ja refletiram nesse modo de vida tão medíocre? Vejo por mim: qual o real motivo da minha felicidade natalina? Celebrar com minha família? Ok, bom motivo, mas aqui em casa somos tão unidos que não precisamos do Natal ou do Ano-novo para fazer isso. Comemos todos juntos, à mesa , sempre. Parentes? Os que eu julgo bons, não moram aqui e os daqui sequer ligam para nós.

Sarjeta: destino de muitos nessa época do ano: beber para esquecer! – Foto: Ciciro Back(O Estado do Paraná)
Partindo para o lado religioso do assunto: Celebrar o nacimento de Jesus, o Cristo, este certamente deveria ser o maior dos motivos, pois é uma data para lembrarmos do Messias, mas você só lembra D’ele no dia 25? Que coisa não!? Se for apenas para lembrar de Alguém na qual depositamos TODA nossa fé, apenas uma vez por âno (isso quando lembramos, quando o capitalismo desenfreado nos permite lembrar), que não exista motivo algum para celebrar. Que nem a família seja objeto de motivos para celebrar alguma coisa. Já me perguntaram: “Como você tem certeza de que Cristo nasceu no dia 25 de dezembro?” Eu digo: ”Eu não tenho!” e por isso mesmo todo dia é dia para relembrarmos o Ícone maior do cristianismo e deixarmos de ser menos hipócritas e medíocres.
E nós? O que faremos contra tudo isso? Ficaremos de braços cruzados enquanto eles morrem?
Fotos por: Afghan LORD, Cambodia4kidsorg, Hamed Saber.
Se você não reflete em seu modo de vida dutante o ano todo, use essa época para refletir sériamente nas coisas em que pratica, como as faz e se é correto o que faz. A quem eu tenho ajudado? Vivo apenas para mim? Sempre tento fazer isso. O ano de 2008 foi um ano maravilhoso, ano de altos e baixos em minha vida mas estou vivo, abençoado e rico de espírito. Lembro de uma passagem bíblica que diz: “No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, Eu vencí o mundo.” Deus nunca nos disse que iria nos livrar dos problemas, nem Jesus foi poupado de problemas, aflições e ângústias e então porque haveriamos nós de sermos poupado?
Bem, que seu natal seja um natal de comemorações reais, que não vivas artificialmente, com sorrizos falsos de quem quer agradar a homens e que seu novo ano seja de realizações concretas.




