Eu me sinto um estrangeiro.
As vezes me sinto um estrangeiro em um mundo extremamente estranho. Sinto que vou contra muitos conceitos impostos por essa atual sociedade. É como se eu fosse alguem antiquado ou que sequer conhece as normas dessa sociedade. Um exemplo do quão antiquado sou: EU QUERO ME CASAR. Já sei, causou espanto não é mesmo, principalmente após dois posts que fiz sobre as mulheres curitibanas. Mas é isso mesmo. É claro que meus posts relacionado as mulheres curitibanas não tem referência alguma quanto ao casamento e nem as minhas experiências que tive nesses ultimos tempos foram a fim de me levar a este objetivo. Mas é algo que EU quero. Basta dizer isso que as pessoas ja começam a me achar um ser antigo, antiquado e fora da realidade. Fora da realidade talvez, pois não conheço mulher alguma que esteja buscando esse mesmo objetivo e se existir, é uma raridade da natureza (e deve estar solitária como eu).
As pessoas pederam algumas coisas importântes na vida. Sabe aquele amor que precisa ser conquistado? Pois é, ninguem quer conquistar e pior, ninguem quer ser conquistado(a). O amor, em sua sublime essência, ficou banalizado, a palavra transformou-se em um termo comum de algo que não é comum. Claro que não é comum, pois é um sentimento divino, contendo várias fascetas e pode ser manifestado de várias formas. Por isso digo, sou um careta na visão dos seres humanos atuais. Sou um verdadeiro estrangeiro em uma terra onde valores morais estão no “papel” mas não são seguidos. Onde as leis, que deveriam existir para brecar a maldade humana, incita a mesma a cada dia potencializar-se. Um mundo onde temos que desconfiar de tudo e talvez de todos. Pois é, mas eu tenho a capacidade de perdoar sabia. Nossa, mas que antiquado. Como você pode perdoar algo que te fizeram por maldade? Não sei, talvez porque “Eu me sinto um estrangeiro, passageiro de algum trem, que não passa por aqui…” (Engenheiros do Hawaii – video abaixo).
E digo mais: se depender de mim, continuarei a ser um antiquado mas em busca daquilo que me faz viver, enquanto muitos morrem pensando que que aquilos os faz viver.
Abraço
Teusma












Bem, vou comentar então, acho q na realidade as pessoas vivem p isso, sempre a procura de um grande amor, da cara metade, da mãe ou pai dos seus filhos, mas tomam atitudes erradas perante este desejo, colocam na frente de tudo o materialismo, o sexo… etc… e esquecem que um vida a dois deve ter cumplicidade continuída de amor, carinho, compreensão, respeito.
É isso…
Tb quero me casar, viver um grande amor, algo verdadeiro, busco e sei que vou encontrar, tavez tenha encontrado. Bjos Meu Anjo
Eu ainda acho que a culpa é das “gurias” curitibanas huaha XD
Abraços!
@Aninha – Concordo com você e é o que eu esperava da mulher curitibana é realmente esse tipo de sentimento.
@Mel – Gostaria que as mulheres curitibanas tivessem um pouco de você! Venha para cá, derrepente você ensine a elas como conquistar um curitibano autêntico. Bjsss.
@Edson – É culpa delas sim. Não da pra conhecer alguem se você sequer deixa essa pessoas se aproximar. Eu não me comunico por telepatia e não conheço nenhum “controlador de mentes” para essa função.